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Depressão

A maioria das pessoas passa por períodos nos quais se sentem tristes, letárgicas e indiferentes a qualquer atividade, mesmo àquelas que são prazerosas. Sintomas depressivos moderados são uma resposta normal a muitos dos estresses da vida, sobretudo os casos de perdas importantes.
Devemos ter maior atenção quando os sintomas da depressão tornam-se tão graves que interferem no funcionamento normal da vida e quando se estendem por semanas ininterruptas.

A depressão pode afetar as funções corporais, os comportamentos e pensamentos, assim como as emoções.

Os sintomas cognitivos consistem basicamente de pensamentos negativos, com temas de inutilidade, culpa, desesperança e até mesmo suicídio. A motivação está baixa, a pessoa deprimida tende a ser passiva e encontra dificuldade em iniciar tarefas simples.
Pessoas deprimidas também sofrem de muitos sintomas físicos. Seu apetite pode diminuir, podem dormir demais ou não conseguirem dormir, tendem a ficar muito cansados e sua energia é drenada. Como os pensamentos de uma pessoa deprimida são focalizados na avaliação de seu interior muito mais do que em eventos externos, ela pode exagerar simples desconfortos e dores, preocupando-se em excesso com a saúde.
Os sintomas variam com a gravidade da doença. As pessoas deprimidas têm, em geral, uma visão negativa de si próprios, do seu ambiente e do futuro. Se percebem como sem valor, inadequados, indesejáveis e deficientes (Young, J.; Beck, A.; Weinberger, A. 1993).
As causas podem ser diversas, desde algumas doenças físicas (infecção viral) ou desordens hormonais. A hereditariedade (genética da família) pode ter também seu papel. Mas, além das causas biológicas há os fatores sociais, ambientais e relacionais. As crises depressivas estão muito relacionadas a acontecimentos perturbadores (falecimento de ente próximo, desemprego, separação, etc) e com fases críticas do ciclo vital da pessoa (adolescência, maternidade, velhice).
O tratamento efetivo do transtorno depressivo prevê acompanhamento psicoterápico, e em alguns casos, a combinação com terapias medicamentosas aumenta as chances de um bom prognóstico.

“Não podemos acrescentar dias à nossa vida, mas podemos acrescentar vida aos nossos dias” (Cora Coralina)

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